Senha padrão do Windows Storage Server 2008 R2
ÉE pessoal, hoje me deparei com uma novidade, o que não é muito diferente nessa nossa área de tecnologia da informação.
Resolvi instalar o SO Windows Storage Server 2008 para substituir um outro software e ao terminar de instalar o sistema operacional, o mesmo pediu password só que em nenhum momento na instalação foi solicitado.
Enfim para os novatos que depois de mim enfrentar isso terá essa matéria para ajudar.
A senha padrão é: wSS2008!
Microsoft Certification Reinvented: Start Your Journey Now.
As Certificações Microsoft foram redesenhadas: Comece seu caminho AGORA.

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Microsoft redesenhou seu programa de certificações para apoiar o reajuste da indústria para a computação na nuvem (cloud computing) e fez isso o incluindo dentro de seu altamente reconhecido e respeitado programa de certificações, a validação de destrezas de soluções e de artículos relacionados a computação em nuvem. Para apoiar o número crescente de novas posições de trabalho na computação em nuvem e a necessidade de trabalhos qualificados, Microsoft introduziu novas certificações de computação em nuvem que focam em tecnologias múltiplas para criar soluções de negocios. E como resultado, criar proficientes em nuvens que podem guiar as empresas para a nuvem.
Microsoft está introduzindo certificações novas que refletem as habilidades requeridas para construir e gerenciar as soluções de negócios – na locação original ou na nuvem:
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Associado de Soluções Certificadas Microsoft- MCSA
Proficiente de Soluções Certificadas Microsoft- MCSE
Mestre de Soluções Certificadas Microsoft-MCSM
Se destaque do seu grupo de colegas, e ajude os empregados de sua empresa a reconhecer que você possui as habilidades para a evolução da industria para a computação em nuvem. Para se manter a par das mudanças na tecnologia, as Certificações Microsoft agora requerem que você se recertifique a cada 2-3 anos.
Comece AGORA
Pacotes de certificações de Private Cloud, SQL Server Business Intelligence e SQL Server Data Platform MCSE estam disponíveis para venda hoje mesmo.
Comece seu caminho de treinamento e certificação visitando: http://microsoft.com/learning/mcse
Surgem os primeiros ataques contra redes IPv6
De acordo com um relatório publicado pela empresa de segurança Arbor, cibercriminosos começaram a lançar ataques de DDoS e contra as redes que transmitem dados em IPv6 (Internet Protocol versão 6). A primeira vez em que ataques DDoS contra rede IPv6 foram registrado foi no ano passado. "Tais incidentes continuam a ser raros, porque não são economicamente relevantes para os criminosos da Internet", disse Bill Cerveny, engenheiro de software-sênior de garantia da qualidade a Arbor.
Algumas empresas projetam aumento de mais de 100% em seus volumes de tráfego IPv6 ao longo dos próximos 12 meses, mas as mudanças serão insignificantes em comparação com o volume de tráfego em geral. A maioria das organizações continua relutante em mudar para a nova versão do protocolo IP, pois a segurança da rede existente e equipamentos de análise de tráfego não são totalmente compatíveis com ele.
Sessenta e cinco por cento dos entrevistados pela pesquisa da Arbor disseram que sua principal preocupação é a falta de paridade de recursos entre IPv4 e IPv6, enquanto 60% expressaram preocupações de que não podem analisar adequadamente o tráfego IPv6.
Recursos iguais
"Muitas soluções de infra-estrutura atualmente não oferecem os mesmos recursos e funcionalidades para o IPv6 como para IPv4", disse Cerveny. "Isso significa que as equipes de segurança não têm a mesma visibilidade e capacidade de mitigação quando se tenta identificar e bloquear ataques contra alvos baseados em IPv6".
"Nós vemos ataques IPv6 como uma ameaça emergente", disse Neal Quinn, vice-presidente de operações da Prolexic. Quinn acredita que a maioria dos atuais ataques DDoS contra IPv6 são testes realizados por prováveis criadores de malware que querem estar preparados quando grandes provedores começarem a mudar seus assinantes para o IPv6.
A Prolexic está investigando quais problemas poderiam surgir em roteadores que suportam IPv6 e IPv4, porque isso será cada vez mais importante conforme as empresas criem pontes entre redes com padrões distintos.
"A questão de ter equipamentos de infra-estrutura com as mesmas capacidades de se defender contra ataques IPv4 e IPv6 é fundamental", disse Cerveny. "Como o nosso estudo revelou, é fundamental que os operadores de rede resolvam esta discrepância."
As 17 ameaças mais comuns na Internet
Em artigo na CIO.com, Nick Mediati listou os 17 ameaças mais comuns na internet,
O Top 5, em ordem de periculosidade, ficou com:
- Arquivos PDF
- Links encurtados do twitter
- Scams e malware por e-mail
- Malware escondido em torrents
- Malware em sites de pornografia
Veja a lista completa e sugestões de como se defender desses perigos no artigo The 17 Most Dangerours Places on the Web – CIO.com.
Foto: Dangers Of Online Dating por Don Hankins, CC-BY
Cibercriminosos roubaram 3,4 bilhões de dólares de compras online em 2011
Segundo um estudo publicado essa semana, estima-se que os prejuízos decorrentes de fraudes em compras online somaram 3,4 bilhões de dólares americanos. Um valor bem grande, porém que indica uma melhora: o índice de fraude por compra realizada foi de 0,6% em 2011, menor que os 0,9% medidos em 2010 e também o menor valor nos 13 anos em que a pesquisa foi feita.
A pesquisa mostra também que dos 27% de lojas online que investiram em mCommerce (comércio eletrônico destinado a consumidores com aparelhos celular e tablets), a maioria absoluta (92%) vê que as fraudes por esses meios são iguais ou inferiores às das compras online tradicionais (no desktop).
Veja mais detalhes sobre o estudo da CyberSource/Visa em Criminals stole $3.4B from online revenues in 2011 – Help Net Security.
Clientes do HSBC ficam sem acesso ao site após ataque
Depois de atacar os sites do Itaú, Bradesco e Banco do Brasil, um grupo de hackers brasileiros vinculados ao Anonymous realiza na manhã desta quinta-feira (2) um ataque contra do banco HSBC. Em mensagem publicada no Twitter por volta das 10h40, o grupo anunciou a ação. Com o ataque, os serviços de atendimento aos clientes do banco por meio do site estão inacessíveis.
De acordo com a assessoria de imprensa do HSBC, o site do banco está enfrentando um volume de acessos acima do esperado na manhã de hoje. O banco afirma estar trabalhando para normalizar o serviço e pede que os clientes utilizem canais de atendimento alternativos, como telefone e caixas eletrônicos.
Ataques não apresentam risco a clientes
Em ataques com o objetivo de tirar sites do ar, os hackers costumam usar a técnica conhecida como DDoS. Ela consiste em sobrecarregar o servidor do site atacado com uma grande quantidade acessos simultâneos a partir de vários computadores. Um ataque DDoS não permite que os hackers acessem os dados guardados no servidor. Ele apenas tira o site do ar.
Neste tipo de ataque, os hackers não têm acesso aos sites dos clientes. Como os bancos investem muito na área de segurança, os criminosos que querem acessar contas bancárias costumam atacar os clientes dos bancos, por meio de mensagens falsas e sites que induzem o usuário a fornecer seus dados bancários. Por isso, a recomendação de especialistas de segurança é sempre evitar clicar em links suspeitos e visitar sites pouco confiáveis.
Atividade hacker pode ser punida no Brasil
Embora não haja nenhuma lei específica contra esse tipo de ação, hackers que praticam ataques DDoS contra sites de empresas públicas ou privadas podem ser responsabilizados na Justiça com base no artigo 163 do Código Penal e, se condenados, podem cumprir pena de seis meses a três anos, além de pagar multa. "A empresa precisa mensurar os prejuízos e pedir uma indenização neste valor para o agente do ataque", disse o advogado Leandro Bissoli, vice-presidente do escritório Patrícia Peck Pinheiro Advogados, ao iG.